<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502</id><updated>2011-07-08T10:26:09.073-07:00</updated><category term='genética'/><category term='política'/><category term='memórias'/><category term='LEITURA'/><category term='Alberto'/><title type='text'>Idéia Privada</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3904295416300467169</id><published>2009-11-15T19:13:00.000-08:00</published><updated>2009-11-15T19:15:34.228-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memórias'/><title type='text'>Veja que beleza..</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SwDDvUbbSjI/AAAAAAAAAJs/fx4BSRse474/s1600/C%C3%B3pia+de+capa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404534770549606962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SwDDvUbbSjI/AAAAAAAAAJs/fx4BSRse474/s320/C%25C3%25B3pia%2Bde%2Bcapa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SwC_ayu8yUI/AAAAAAAAAJk/IHKYJ6OuZxM/s1600/CÃ³pia+de+capa.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje estava mexendo no antigo pc e resolvi dar uma olhada nas coisas do ensino médio. Encontrei um trabalho de sociologia sobre a influencia dos meios de comunicação e as relações de poder. Junto, estava a música Burrice do Tom Zé. A partir daí entrei em uma viagem.&lt;br /&gt;Lembrar do passado é engraçado, mesmo que não fossemos feliz, lembramos com uma certa nostalgia, como se só pelo fato de ter passado, tivesse uma certa elegância. Mas acho que realmente existiu uma certa elegancia nessas memórias. Foi quando encontrei duas pessoas que ainda hoje são umas das mais interessantes que já conheci. Pessoas críticas e sensíveis. A sensiblidade é algo muito difícil de se achar em alguém.&lt;br /&gt;Ver e entender se torna fácil quando tenta-se sentir tudo. E quando eu pensava isso eu senti muito. Escutando a música e refletindo sobre ela, também lembrava sobre a apresentação do trabalho. Quando diversos colegas defendiam a globo e criticavam as minhas posições. Pessoas que se sentiam superiores que outros. Isso me faz repudiar essas memórias. Pessoas que não sentem, pessoas que apenas reproduzem. "Refinada, poliglota, anda na esquerda, anda na direita, mas a consagração foi o advento da televisão"&lt;br /&gt;Me deu saudade. É triste se separar das pessoas e viver tantas vidas. Mas ao mesmo tempo isso me deixa feliz por sentir que valeu a pena. É estranho, o ser humano se adapta a quase tudo e pode viver muitas vidas. Mas a gente só vive uma. Eu gostaria de viver tantas vidas. E a mudança é uma forma de se sentir viva. Porque a monotonia? Porque a segurança? Eu quero viver tudo que há pra viver...&lt;br /&gt;seja ou não um advento da modernidade, a vontade de é o que nos torna tão complicados. Talvez querer" pareça um capricho humano quando tantas mudanças práticas precisam acontecer, mas como disse o Tom Zé, o ser humano tem esse defeito de fabricação, ele pensa, cria, sonha. E não, pra mim isso não é capricho. SONHAR nunca vai ser capricho. Não quero passar a vida assistindo televisão, quero sempre buscar, e nunca me acomodar em baixo dos pelos do coelho que o mágico tira da cartola dizendo "me passe a manteiga".. "a burrice está na mesa"&lt;br /&gt;ei ei ei ei ei veja que beleza...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3904295416300467169?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3904295416300467169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3904295416300467169' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3904295416300467169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3904295416300467169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2009/11/veja-que-beleza.html' title='Veja que beleza..'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SwDDvUbbSjI/AAAAAAAAAJs/fx4BSRse474/s72-c/C%25C3%25B3pia%2Bde%2Bcapa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3722010625488998543</id><published>2009-04-29T22:47:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T22:50:45.542-07:00</updated><title type='text'>Uma fatia de poder em troca de uma fatia de liberdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/Sfk8E9zmvaI/AAAAAAAAAJc/xz2t_Zyy-y0/s1600-h/sb10064429c-001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/Sfk8E9zmvaI/AAAAAAAAAJc/xz2t_Zyy-y0/s320/sb10064429c-001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330357689977847202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;No momento existem mil idéias surgindo e bombardeando a minha mente. Eu nem sei se sou capaz de organiza-las logicamente. Mas vou tentar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Primeiro, gostaria de dizer o assunto principal entre essas várias idéias: liberdade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;O texto não é o mesmo de quando eu digo que me sinto presa. Mas como o assunto é o mesmo, provavelmente uma coisa tenha relação com a outra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;O caso do jogador brasileiro que deixou o emprego de dólares e voltou a morar na favela onde cresceu me deixou muito pensativa. Filosofei vagamente sobre como fazemos escolhas na vida que dificilmente pode-se voltar atrás. É claro, que como o Adriano fez, podemos desistir, mas provavelmente não será a mesma coisa. Pois nós também nos transformamos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Lendo um texto sobre os guaranis, fiquei intrigada com uma coisa: eles trabalhavam quando queriam, não existia a obrigação do trabalho, era uma forma de trabalho bem mais livre. Para isso, a comunidade tinha que controlar sua natalidade, e o modo como isso se dava era por meio do aborto e do infanticídio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Agora, lendo sobre os direitos humanos, me deparei com frases que também remetem a idéia central. “L&lt;i style=""&gt;iberdades e poderes, com freqüência, não são – como se crê – complementares, mas incompatíveis.”&lt;/i&gt; Em suma, os direitos são adquiridos por meio da supressão de certas liberdades. Isso seria o direito, o que restringe as liberdades individuais (embora o direito de caráter individualista) em favor da sociedade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Além dessa frase, o livro cita como exemplo dessa oposição entre o liberal e o socialismo. Aí, também lembro-me do livro &lt;i style=""&gt;Quincas Borba&lt;/i&gt; (do séc XIX) e do mito do humanitas, onde Machado de Assis cita a teoria liberal vigente na época: “&lt;i&gt;porque a supressão de uma é a condição da sobrevivência da outra&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;.” Também no livro &lt;i&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas, &lt;/i&gt;o&lt;/span&gt; filósofo afirma que os esforços realizados pelo escravo são necessários, pois se não fosse o esforço do escravo para preparar o alimento, o &lt;i style=""&gt;humanitas&lt;/i&gt; não teria alimentos, que é uma questão de sobrevivência. Assim, temos que, para que um direito seja estabelecido, há uma restrição de liberdade de um outro grupo ou individuo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Nesse exemplo da escravidão, parece atualmente obvio que o direito de liberdade do escravo é bem mais significativo que o do que escraviza. Isto porque, o motivo apresentado no livro de Machado de Assis, é um mito, se apresenta de forma vaga com a finalidade de criar uma verdade absoluta. Apenas olhando de maneira objetiva, sabemos que essa “necessidade de sobrevivência” é buscada no evolucionismo e não faz o menor sentido no contexto real. Mas, de fato essa idéia de que o direito de uns exclui a liberdade de outros, apresenta-se pra mim atualmente como verdade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;A liberdade de imprensa, por exemplo, pode tirar o direito dos indivíduos de terem noticias verdadeiras, apresentadas de maneira ética. Enfim, acredito que deve haver um dialogo sempre, para que se busque o mais sensato. Porém, certamente existem escolhas que nos beneficiam em muitos sentidos, mas nos privam da liberdade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;O nosso Adriano parece que está passando por essa crise, onde o poder que ele obteve foi incapaz de substituir a sua primitiva liberdade, como os guaranis tinham de trabalhar quando quisessem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;Desculpem se houver algum erro no texto ou se algo ficou sem lógica, mas eu preciso terminar esse livro hoje, por isso não pude corrigir.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3722010625488998543?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3722010625488998543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3722010625488998543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3722010625488998543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3722010625488998543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2009/04/uma-fatia-de-poder-em-troca-de-uma.html' title='Uma fatia de poder em troca de uma fatia de liberdade'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/Sfk8E9zmvaI/AAAAAAAAAJc/xz2t_Zyy-y0/s72-c/sb10064429c-001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-7760721584709882550</id><published>2009-02-08T10:03:00.000-08:00</published><updated>2009-03-03T19:39:45.643-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURA'/><title type='text'>Dalia Sofer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SY8kbFMeunI/AAAAAAAAAI4/wGkAaW2bjW8/s1600-h/n246727.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 203px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SY8kbFMeunI/AAAAAAAAAI4/wGkAaW2bjW8/s320/n246727.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300495334107953778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Dalia Sofer, uma escritora iraniana, fugiu para os EUA após a Revolução Islâmica dos aiatolás, que derrubou o xá Reza Pahlevi. Seu livro, Setembros de Shiraz é quase uma autobiografia, onde um pai de família judeu – Isaac Amin -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é preso pelo regime, acusado de ser um espião israelense. O filho mais velho de Amin – Parviz -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;está nos EUA, dividido entre o mundo ocidental e oriental e enriquece filosoficamente a narrativa, visto que a solidão o faz refletir sobre diversos assuntos (como por exemplo no trecho do livro abaixo) &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;"Ele vai andando para a ponte do Brooklyn, atravessa e continua andando pela cidade, vendo os arranha-céus projetando suas sombras compridas nas calçadas e privando os pedestres dos últimos minutos da luz do sol. Nova York é uma cidade masculina, ele pensa, vertical e com arestas ásperas, sem as curvas da entrada de uma estação de metrô em Paris, por exemplo, ou o domo esmaltado de uma mesquita de Ifsahan. Nova York é toda aço e vidro, econômica e funcional. É uma cidade onde os círculos são raros. Ele traça na cabeça halos, anéis, rodas da fortuna, relógios, todos instrumentos de encarceramento, por um lado, e de esperança, por outro. Caminhando pelas ruas numeradas e as avenidas paralelas de Manhattan, Parviz diz para ele mesmo que o que falta nessa cidade é redondeza. E as pessoas que moram ali, empilhadas, não só lado a lado, mas também umas em cima das outras, sempre sem espaço, sem tempo e sem ar, pagando caríssimo por frestas de vento e morando no céu com seus cães e gatos, estão sempre seguindo pra cima, sem jamais retornar a elas mesmas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Ele continua andando quando a noite cai, pára num restaurante para tomar café e comer ovos mexidos, observa os outros fregueses que vão ficando escassos à medida que as horas passam... famílias que viram casais e que encolhem para os solitários, aqueles que entram desarrumados, com seus jornais e livros, pedindo cheeseburguer com fritas e fingindo que é exatamente assim que desejam passar mais uma noite. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Por volta das três da madrugada, voltando para a ponte, Parviz passa pelo mercado de peixe Fulton, vê os caminhões de entrega, os caixotes empilhados e os peixeiros com os rostos cobertos de fuligem, aquecendo as mãos em pequenas fogueiras que ardem dentro de latas de lixo, negociando com os clientes. Nas ruas de paralelepípedos, manchadas de sangue e escorregadias, o cheiro dos portos, cheiro bem conhecido, faz Parviz se lembrar da cidade portuária de Ramsar à beira do Cáspio, não muito longe da casa de praia da família dele. Ele gosta do fato de estar acordado àquela hora e de poder sentir o cheiro do mar, &lt;b style=""&gt;e pensa que para entender o mundo e até para encontrar nele um alívio ocasional, as pessoas devem sempre alternar suas horas de sono, seu caminho para o trabalho, os lugares que freqüentam, os pratos que comem e até, talvez, as pessoas que amam."&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Setembros de Shiraz – Dália Sofer (pág. 194)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-7760721584709882550?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/7760721584709882550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=7760721584709882550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/7760721584709882550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/7760721584709882550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2009/02/dalia-sofer.html' title='Dalia Sofer'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SY8kbFMeunI/AAAAAAAAAI4/wGkAaW2bjW8/s72-c/n246727.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-8767822462299426072</id><published>2009-02-04T17:56:00.000-08:00</published><updated>2009-02-04T18:21:42.791-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>De uma expressão a uma ideologia</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Políticos são todos corruptos”. Essa é a frase que rege a opinião pública sobre política, gerando um desinteresse das atividades políticas e, como conseqüência, a pouca mobilização dos cidadãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;      Essa ideologia de que a política é sempre corrupta é propagada de forma muito sutil e permanente pela mídia e pelos próprios indivíduos. E segundo ela, a atividade política torna-se inútil para a sociedade, e a ação coletiva também, visto que a instituição “corrupta” não dará ouvidos às manifestações sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;      Sua propagação pela mídia é evidente. Porém, o motivo pelo qual os meios de comunicação tendem a fazer uma cobertura que influencia o público a repugnar a política são diversos. Um deles é a hiperpolitização da própria política - ou seja, resumir qualquer ação política em interesse eleitoral. Assim, as boas medidas adotadas são consideradas táticas, e não características de um bom governo. Um outro motivo pode ser entendido com a frase de Thomas Patterson: “Boa política não gera boas notícias”, ou seja, em busca da audiência, que só é alcançada com matérias espetaculares, a mídia pode alimentar um círculo vicioso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;      Esse círculo é gerado pelo comportamento dos políticos, pela cobertura da imprensa sobre a política, e pela opinião pública: os políticos, baseados na idéia difundida pela mídia, encaram inútil adotar uma postura “correta”; os jornalistas sabem que seus leitores esperam notícias bombásticas de más políticas; e o público vê na desonestidade da política uma isenção de seus mais diversos deveres.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;        Entre esses deveres, está o de cidadão, que consiste em participar da vida política. Ao adotar a abstrata opinião de que “políticos são todos corruptos” e “nada adianta se envolver com isso”, o individuo torna-se também corrupto. Visto que&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;não se informa sobre as ações do governo atual, não se interessa em fazer parte de movimentos (governamentais ou não), e acaba se desinteressando por todo assunto construtivo para a sociedade. Assim corrompendo seu dever de cidadão.&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;A partir de um expressão que generaliza uma classe, portanto, propagamos uma ideologia que nos afunda para a inércia. A crença desmedida nos políticos não é consciência política, porém, crer sem questionamento em uma frase não significa conhecimento. É necessário um meio termo para que não continuemos apenas assistindo as atividades políticas e criticando com frases prontas. Afinal, é necessário discernimento ao julgar, e não generalização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-8767822462299426072?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/8767822462299426072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=8767822462299426072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8767822462299426072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8767822462299426072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2009/02/de-uma-expressao-uma-ideologia.html' title='De uma expressão a uma ideologia'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-8156192975186724412</id><published>2008-05-25T20:05:00.000-07:00</published><updated>2008-05-25T21:23:03.803-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alberto'/><title type='text'>Refúgio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SDoqMXJjS3I/AAAAAAAAAF0/LnEDWgRIHs8/s1600-h/fs.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SDoqMXJjS3I/AAAAAAAAAF0/LnEDWgRIHs8/s320/fs.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204518711240903538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um vento quente entrou na sala quando as janelas brancas e pesadas foram abertas. Alberto já havia percebido como era bonita a arquitetura do prédio  enquanto um homem gordo e seboso discursava lá na frente. Os pais diziam que depois da adolescência ia mudar aquela personalidade aérea de Alberto, mas se enganaram. Com seus 25 anos, na reta final da faculdade, ele continuava o mesmo garoto de olhos grandes, fundos e aéreos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enquanto o homem falava empolgado, gritava, fazia perguntas que ele mesmo respondia (‘retórica se chamava isso não?!’ pensou Alberto extremamente alienado a situação, que deixava seus colegas de faculdade nervosos, loucos pra contrariar a opinião do gordo se utilizando de mil e um argumentos), Alberto olhava o teto e as janelas da sala. Era uma sala com uma altura fora do comum, mas estreita e pequena, o que fazia Alberto se sentir preso, sem ar. Talvez em parte essa falta de ar fosse porque as janelas estavam todas fechadas e os vidros começavam a se embaçar. Mas Alberto foi mais longe nos seus pensamentos, para ele a falta de ar era a reação dele a todos os anos com aquele grupo de pessoas que ali se encontrava. Era verdade que gostava de muitos, individualmente, porém, há alguns meses andava distanciado do grupo em si, percebia nas atitudes de uns com os outros o que mais lhe deixava sem paciência, sem vontade de estar ali, sem ar. Era um acúmulo de responsabilidades com sua família, seus estudos, com a profissão que escolhera seguir, com os amigos, consigo mesmo. Tudo isso agora se depositava nos seus ombros e ele sentia os músculos contraídos, uma resposta física a esse peso psicológico, esse peso do ar que estava mais denso que nunca naquele lugar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O gordo suava por todas as dobras do corpo, sua camisa já tinha mais que duas rodelas em baixo dos braços, começava a marcar listras na barriga, então ele resolveu levantar o vidro das janelas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Ao sentir aquele ar diferente, refrescante e ao mesmo tempo quente, Alberto despertou de seus devaneios subjetivos e resolveu por em prática a solução do problema que lhe afligia momentaneamente, que era o ambiente daquela bela sala decorada por anjos no teto, que remetia à casa de uma família rica e católica de uns dois séculos atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tentou ser discreto ao abandonar a palestra, porém, não conseguiu, teve de pedir licença para várias pessoas que se encontravam sentadas no corredor, devido a falta de espaço. Alberto passou no banheiro, teve de fazer um pouco de força para empurrar a pesada porta de madeira, lavou o rosto, mal o secou e saiu pelo corredor do prédio. Ao descer as escadas, ficou impressionado com o teto que era mais bonito ali do que na sala que ele estava, segurou-se no corrimão e foi toda descida olhando para cima.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando assinou seu nome no caderno de visita, ficou em dúvida que cidade colocar. Ele vivia em um mundo tão vasto, como poderia limitar todos seus pensamentos a um espaço geográfico tão pequeno como era aquela cidadezinha? Mas resolveu não se prender a detalhes tão insignificantes como aquele caderno, pôs o nome da cidade e saiu em direção a um bar que ficava a umas quadras dali.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enquanto caminhava lentamente, observando tudo e todos, Alberto viu um buraco que dava para um lugar subterrâneo. Não era algo incomum naquela cidade, aliás, o quarto que Alberto estava alugando era quase subterrâneo, pois a parte inferior da janela que arejava seu quarto encostava no chão da rua. Mas esta entrada na rua lhe chamou a atenção, pois com certeza teria de descer mais que três degraus, que era o que descia para chegar ao chão de seu quarto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Alberto se lembrou de um seriado que vinha assistindo, onde existia uma prisão com uma arquitetura diferente e pensando na possibilidade de encontrar ali um mistério, resolveu entrar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao se aproximar do buraco pode ver uma escada toda na vertical, enorme e nada segura, achou o máximo e todo sem jeito foi se enfiando no lugar. Depois de descer a escada até um pequeno espaço retangular, onde não tinha nada, Alberto viu uma outra escada que dava para uma sala maior, com várias coisas. Sem pensar, foi descendo, e em seguida estava nesse lugar escuro e úmido. Não entendeu o porque daquela atitude, mas como já havia a feito, decidiu explorar o lugar.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-8156192975186724412?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/8156192975186724412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=8156192975186724412' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8156192975186724412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8156192975186724412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/05/refgio.html' title='Refúgio'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SDoqMXJjS3I/AAAAAAAAAF0/LnEDWgRIHs8/s72-c/fs.png' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-1878826906076664005</id><published>2008-05-03T15:37:00.000-07:00</published><updated>2008-05-03T15:51:46.193-07:00</updated><title type='text'>O impacto da velocidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SBzsC0UAtFI/AAAAAAAAAEQ/XIpVA3YAWvA/s1600-h/C%C3%B3pia+de+Digitalizar0001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SBzsC0UAtFI/AAAAAAAAAEQ/XIpVA3YAWvA/s320/C%C3%B3pia+de+Digitalizar0001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196287603225179218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 36pt;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A rapidez com que tudo se desenvolve no século atual gera um estilo de vida e produção extremamente corridos. Esta corrida não é necessariamente simbólica, pode ser vista no trânsito, onde as pessoas –influenciadas também por outros diversos fatores- dirigem seus veículos em alta velocidade e acabam agravando ou ocasionando acidentes. Estes acidentes constituem o segundo pior problema de saúde pública no Brasil e necessitam de uma solução.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os acidentes no trânsito são gerados por falta de segurança ou condições da estrada, do veículo e principalmente pela imprudência dos motoristas. Esta imprudência pode ser vista em várias ações, mas as principais campanhas de conscientização de segurança no trânsito focam dirigir alcoolizado e/ou em alta velocidade. Imagina-se que como resultado destas campanhas de conscientização, grande parte dos jovens não sejam incluídos nesta maioria imprudente, porém, enganam-se, os jovens continuam envolvidos em um alto número de acidentes no trânsito e parece que irão continuar caso não seja tomada uma nova providência. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Algumas providências em relação aos automóveis já foram tomadas em outros países e diminuíram a morte nos acidentes de trânsito, porém, no Brasil conhecemos outra realidade, onde a publicidade não foca a segurança, mas ao contrário, é o fator que nos leva a entender o que influencia as pessoas e os jovens a dirigir em alta velocidade e alcoolizados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um automóvel tem capacidade para andar em uma velocidade duas ou três vezes maior que a permitida por lei, o que torna de escolha do motorista estar dentro dos limites ou não. Campanhas de conscientização de segurança tentam mostrar e convencer que é indispensável para vida estar dentro deste limite, porém esta publicidade além de atingir a poucos é de menor qualidade da contrária feita pelas empresas de veículos. Explico: quando vemos este tipo de publicidade sabemos do que se trata, porém as propagandas de carros considerados por nós bons, induzem a velocidade e à agressividade sem ao menos deixar que percebamos que estamos sendo induzidos. Andar em alta velocidade é visto como sinal de coragem, grandeza. É explicito esta influencia da mídia em uma propaganda de uma determinada marca que dizia “A vida começa aos 18 quando você começa a dirigir, mas pode ficar mais emocionante aos &lt;st1:metricconverter productid="120”" st="on"&gt;120”&lt;/st1:metricconverter&gt;, onde “&lt;st1:metricconverter productid="120”" st="on"&gt;120”&lt;/st1:metricconverter&gt; faz uma alusão à velocidade, o dobro da permitida em determinados locais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É fácil mostrar aos jovens o que é correto, difícil, porém é influenciá-los a querer estar dentro das normas. Esta idéia de coragem por desobedecer às regras é cultuada a todo o momento na mídia, e combinado às exigências de velocidade da atual sociedade produzem uma nova geração que pode ser, ao contrário do que as pessoas esperam, o problema, e não a solução para a violência no trânsito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Além de medidas mais focadas à segurança de estradas e veículos é preciso uma maneira diferente de conscientizar os motoristas e uma punição mais drásticas aos que cometem erros nos trânsito. A punição sozinha não é capaz de resolver o problema, porém, nem a ação educativa. As duas devem se complementar e condicionar uma atitude mais consciente no trânsito, onde o jovem tem consciência do que pode causar, porém, tem consciência também de que será punido caso prejudique a vida dos outros.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-1878826906076664005?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/1878826906076664005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=1878826906076664005' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/1878826906076664005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/1878826906076664005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/05/o-impacto-da-velocidade.html' title='O impacto da velocidade'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SBzsC0UAtFI/AAAAAAAAAEQ/XIpVA3YAWvA/s72-c/C%C3%B3pia+de+Digitalizar0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3061865661523563776</id><published>2008-05-02T20:11:00.000-07:00</published><updated>2008-05-02T21:19:49.674-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genética'/><title type='text'>Uma experiência genética</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SBvhPUUAtEI/AAAAAAAAAEI/ajKc0LVz6Zc/s1600-h/gattaca_large_4.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SBvhPUUAtEI/AAAAAAAAAEI/ajKc0LVz6Zc/s320/gattaca_large_4.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195994248368927810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);" align="center"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O rápido desenvolvimento da tecnologia combinado à velha vontade humana de longa vida está permitindo grandes evoluções na área de pesquisas científicas. Os cientistas prosseguem suas pesquisas e evoluem a cada dia, encaminhando a sociedade para um novo rumo, o que vem causando polêmicas e discussões sobre quão ético são estas pesquisas na prática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;A genética estuda a hereditariedade, a transferência das características físicas de gerações para gerações por meio de genes. Em 2000 foi completado o sequenciamento genético de todos os genes humanos, e concluiu-se o mapeamento genético, um avanço muito importante, pois conhecendo a função de cada seqüência do DNA é possível eliminar doenças de origem genética. Com a engenharia genética também é possível modificar esta seqüência a fim de manipular as características que o organismo vai assumir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Porém, não se pode ter total controle sobre o gene inserido, e este pode afetar outros genes, tornando assim difícil limitar os efeitos ecológicos. Um exemplo está na agricultura, onde alimentos geneticamente modificados são resistentes a ervas e pestes, porém, por meio da polinização, por exemplo, os genes que deixam a plantação resistente podem ser transferidos para a erva e esta se torna resistente a defesa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Uma crítica, geralmente religiosa, é contra a intervenção do homem na “criação divina”. A ignorância do princípio e do por que da vida faz os assuntos &lt;i style=""&gt;vida&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;morte &lt;/i&gt;assumirem esta natureza divina. A possibilidade de o próprio Homem criar um ser pensante e interferir até mesmo na morte pode desestruturar crenças em divindades intocáveis. A Igreja católica diz que utilizar um embrião é equivalente a matar, porém até o 14º dia o embrião não possui sistema nervoso, e continua a discussão se a vida se inicia desde a fecundação, ou apenas a partir do momento em que aquele embrião sente alguma dor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Um outro ponto negativo encontra-se na utilização da ciência de modo errado, ou antiético. O mapeamento genético pode identificar que uma pessoa possui, ou vai possuir uma doença que pode ainda não ter a cura, ou pode até mesmo identificar a idade média de sua morte. Pergunta-se então: seria certo informar a pessoa, considerando que ela não tem como mudar isto? O mapeamento também pode identificar as capacidades físicas de alguém, impondo o que ela pode ou não fazer, a impedindo de superação, pois uma oportunidade não seria dada a alguém comprovadamente incapaz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;São previstas conseqüências como modelos sociais diferentes da atual, porém não menos problemáticos. Uma possível estrutura social futura é apresentada no filme &lt;i style=""&gt;Gattaca&lt;/i&gt;, onde o poder gira em torno da ciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;No ápice da genética, os filhos são produzidos em um laboratório, juntando as melhores características de cada um dos pais. Estes pagam pelas características físicas e psicológicas consideradas boas e desativam, por exemplo, a predisposição ao uso de drogas ou à violência. Ao nascer, os pais recebem um relatório com as doenças que a pessoa terá e a idade média de sua morte, fardo que o homem carregará consigo ao longo de sua vida, sendo este bom ou ruim. Os filhos originados do sexo são chamados de &lt;i style=""&gt;filhos de fé&lt;/i&gt; e carregam o fardo da impossibilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Os conceitos de “normal” e “anormal” são apenas substituídos pelas palavras “válidos” e “inválidos”. Onde os válidos são os seres geneticamente perfeitos, com capacidade elevada e assumem o topo e o controle da sociedade, e os inválidos são os &lt;i style=""&gt;filhos de fé&lt;/i&gt;, julgados incapazes não mais apenas por cor ou classe social, mas sim pela sua identidade genética. O filme &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT" &gt;mostra também a falta de controle do Estado sobre a génetica, o que parece já ter se iniciado na realidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Este controle deveria ser feito não apenas pelo Estado, mas também pela sociedade, afinal, as informações correspondentes ao &lt;i style=""&gt;Homo sapiens &lt;/i&gt;são propriedade pública, e mesmo que as informações específicas de um determinado indivíduo sejam particulares, a adoção da prática do mapeamento genético de alguém é de interesse geral, e não apenas de uma pequena camada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O personagem central da história fictícia do referido filme é um &lt;i style=""&gt;filho de fé&lt;/i&gt;, um inválido. Ao dar a vida a Vincent, os pais receberam a idade de morte: 30 anos. Baseado na fraqueza do filho, o pai guardou o seu nome para dar ao irmão que mais tarde foi concebido por meio da genética, com condições físicas adequadas às novas exigências da sociedade. O que mostra a discriminação familiar induzida pelos padrões exteriores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Induzido por estes padrões, Vincent quando adulto deseja ser “normal”, válido. Como único modo de se introduzir na &lt;i style=""&gt;nata da sociedade &lt;/i&gt;ele corrompe o sistema comprando material genético de um homem válido geneticamente, mas incapaz de carregar o fardo de ser perfeito. O &lt;i style=""&gt;inválido &lt;/i&gt;se esforça muito para se igualar aos outros e, burlando o sistema, consegue seu ideal: viajar para as estrelas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O filme conclui a história mostrando que o cérebro está longe de ser mapeado, que o ser humano é capaz de superar os outros, e principalmente, se superar. Porém, o ato heróico do personagem pode não acontecer na realidade. A partir do momento em que tivermos a capacidade suposta no filme de produzir seres humanos perfeitos, ao menos fisicamente, poderemos não ter a capacidade de superar os &lt;i style=""&gt;filhos da ciência&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Por isso trata-se de um assunto sério e de interesse mundial, e não apenas de um laboratório, organização ou país. O rumo da humanidade depende da direção que deixamos ela seguir, e esta direção deve ser escolhida por todos, a fim de não prejudicar uns em benefícios de outros. Não esquecendo que o rumo da ciência não poderá inovar a atual estrutura social, então, existem muitas problemáticas a serem discutidas quando se trata de assuntos relativos e complexos como a ética e a genética. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3061865661523563776?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3061865661523563776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3061865661523563776' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3061865661523563776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3061865661523563776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/05/uma-experincia-gentica.html' title='Uma experiência genética'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SBvhPUUAtEI/AAAAAAAAAEI/ajKc0LVz6Zc/s72-c/gattaca_large_4.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-4723691228218741530</id><published>2008-04-19T20:27:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T20:38:02.625-07:00</updated><title type='text'>Geração Beat</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SAq4u1KsgKI/AAAAAAAAAD4/Ru5u-SzozR8/s1600-h/Fugindo+dos+ideais+de+vida+do+sonho+americano,+os+beats+pregavam+um+estilo+de+vida+aventureiro,+e+realizaram+uma+s%C3%A9rie+de+viagens+dura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SAq4u1KsgKI/AAAAAAAAAD4/Ru5u-SzozR8/s320/Fugindo+dos+ideais+de+vida+do+sonho+americano,+os+beats+pregavam+um+estilo+de+vida+aventureiro,+e+realizaram+uma+s%C3%A9rie+de+viagens+dura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191164635183349922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="text-align: center; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Geração Beat&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecmsonormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; Segunda Guerra, e a possibilidade de ver cidades inteiras destruídas após o advento da bomba atômica e o sentimento &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;crônico de descrença na moral e no progresso da civilização capitalista não incentivaram apenas a rebeldia adolescente, mas também um grupo de universitários os quais são chamados de beatniks, termo que pode ter sido dito anos mais tarde referindo-se a combinação da palavra beat, adotada pelo próprio grupo, junto ao sufixo nik, se referindo ao satélite &lt;i&gt;Sputnik &lt;/i&gt;lançado pela URSS socialista na disputa espacial da Guerra Fria, com uma conotação de movimento, velocidade. A geração beat foi o &lt;span class="style12"&gt;primeiro movimento de contra-cultura a surgir nos Estados Unidos, com forte impacto histórico e cultural.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecmsonormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O termo BEAT pode ser associado a vários significados. Alguns acreditam que durante uma conversa Jack Kerouac e John Holmes procuravam uma definição para a falta de perspectiva que viam e sentiam ao redor. Inspirado pela Geração Perdida que procurava passar o sentimento de angústia, abandono e desespero entre as décadas 30 e 40, Kerouac associou a palavra beat, uma gíria antiga que significava estar cansado e vencido pela vida. Porém muitos críticos relacionam a palavra a uma batida constante equivalente ao ritmo do jazz, à batida da máquina de escrever ou batimentos cardíacos. Ainda há um outro sentido que pode ser comentado que é o de ‘beatitude’, ou seja, um bem estar espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecmsonormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Jack Kerouac, Willian Burroughts e Allen Ginsberg conheceram-se na Universidade de Columbia e estenderam sua convivência para dentro dos bares de jazz e apartamentos pobres do subúrbio de Nova Iorque. Eric &lt;span style=""&gt;Homberger&lt;/span&gt; diz que todo o resto (o zelo pela religião oriental, o flerte com o Existencialismo, a fascinação pelos sonhos, o radicalismo político, a paixão pelas drogas, a liberdade sexual) era decoração de uma complexa rede de relacionamentos. Era o prazer de estar entre amigos, uma espécie de prolongamento do sentimento colegial de fazer parte de uma turma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="ecmsonormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Diz Hal Chase, também integrante da geração, que a c&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;have de tudo foi o tédio. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-style: normal;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Acredita-se que um tédio pela universidade e seu modo de ensino - eles estavam interessados por &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;escritos não ortodoxos como Rimbaud, Blake, Melville, Withman, Kafka, Nietzsche. Tédio por uma sociedade aparentemente perfeita e o status quo perfeito do consumismo capitalista. Esta aparência social só crescia visto que as repressão às tendências revolucionárias, após a crise econômica americana, levaram a um refluxo da classe operária, o que criou um quadro de relativa calmaria nas mobilizações políticas dentro do país. Cada vez crescia mais o modelo da classe média que girava em torno da aquisição de bens, e uma ideologia definida pelas suas ambições por melhorias materiais e conforto pessoal. Contra essa ideologia iam as utopias e as buscas dos intelectuais pensantes, contrários ao império da mediocridade que vigorava nessa América dos anos 50, que eram muitas vezes associados aos comunistas, devido a uma desconfiança generalizada dos que não estavam dispostos a aceitar o caminho americano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Muitos beats eram oriundos de famílias que passaram pela depressão nos anos 30 viajando de trem à procura de emprego. Jack Kerouac, o beat mais conhecido pela publicação do livro On the road em 1957, foi influenciado por Jack London, decidiu se tornar um viajante aventureiro, característica dos beats, que se entregaram a uma vida marginalizada e romântica nas estradas americanas e da fronteira com o México. Além disto, os beats adotavam comportamentos que realmente quebravam os padrões, conheciam e admiravam as culturas negras, latinas e indígenas. As experiências relatadas nos livros envolviam experiências adquiridas ao longo destas viagens físicas e também psicológicas proporcionadas pelo álcool, bezendrina, maconha e diversas outras drogas e também por meditação. Simpatizavam e adotavam idéias a partir das crenças budistas, como por exemplo, a aceitação dos fatos cotidianos, no budismo visto como o kharma de um homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O modo de escrever foi inflenciado pelo bebop e os improvisos de Charlie Parker, que inspiravam uma literatura espontânea, de criação livre, fluída, cheia de frases em movimento e impaciente, tentando apreender numa mesma passagem os diversos universos que os interessavam. Além deste estilo frenético e dos temas a que se referia, como drogas e viagens, a geração beat também abordou assuntos como a sexualidade e o hedonismo. Muitas obras foram consideradas obscenas, como por exemplo o livro “Howl” de Allen Ginsberg que foi apreendido e rendeu um processo por pornografia para Lawrence Ferlinghetti que o publicou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Allen Ginsberg foi um poeta, judeu, homossexual e anarquista. Nas palavras de Jack Kerouac &lt;i style=""&gt;era um angustiado poeta vagabundo da mente sombria&lt;/i&gt;. Após uma viagem pelo mundo descobriu o budismo e trocou as drogas por ioga e meditação. No seu livro já citado, Howl faz um protesto contra a automatização desumana da cultura americana e a afirnação da compaixão humana. Ginsberg foi a ligação beat com os hippies, quando nos anos 60 participou de eventos hippies, políticos (como o maio de 68) e pacifistas contra a Guerra do Vietnã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;William Burroughts desenvolveu métodos de colagem e &lt;i style=""&gt;dobragem &lt;/i&gt;na literatura derivados das colagens cubistas e procedimentos dadaístas e surrealistas. Aplicou esses métodos nas suas obras mais importantes, como “A máquina mole”, “O bilhete que explodiu”, “O expresso Nova” e “Almoço nu”. Este último é a compilaçao mais ou menos sequencial de viagens, horrores e paranóias que permeavam o imaginário sombrio, habitado por traficantes, lagartos, sodomitas e monstros de Borroughs nos anos de vício.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Embora tenha influenciado gerações por meio do seu livro “On the road”, Jack Kerouac não se considerava um beat - mas sim um &lt;i style=""&gt;louco estranho e solitário católico e místico - &lt;/i&gt;e assumiu um caráter extremamente conservador no final da vida&lt;i style=""&gt;. &lt;/i&gt;Já o livro foi reeditado muitas vezes para ser aceito pela editora e perdeu seu caráter e sua prosa espontânea, o que Jack comentou “eles queriam uma estrada destituída de todas as curvas”. Porém esta prosa espontânea e ainda sonoridades e aliterações podem ser lidas em obras como “Viajante solitário”, “Vagabundos Iluminados”, “Visions of Cody”, “Os Subterrâneos”, “Maggie Cassady”, “Tristessa” e “Big Sur”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Em &lt;i style=""&gt;On the road &lt;/i&gt;o personagem admirado pelo alter ego de Kerouac é, na vida real, Neal Cassady, um delinqüente juvenil acostumado a roubar carros e viver &lt;st1:personname productid="em bares. Kerouac" st="on"&gt;em bares. Kerouac&lt;/st1:personname&gt; conheceu Cassady por meio de cartas que este enviava para um amigo em comum entre os dois, pedindo ajuda para escrever. O modo como Cassady escrevia influenciou também a prosa espontânea de Kerouac.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Além destes três escritores, participaram dessa geração literária inúmeros outros nomes, cujos mais importantes seriam Gary Snyder – antropólogo defensor da ecologia e da cultura indígena-, Gregory Corso - revoltado e insubmisso-, Clellon Holmes, Carl Solomon, Lawrence Ferlinghetti, Barbara Guest, Denise Levertov, Frank O’Hara, John Ashbery, Keneth Patchen, Peter Orlovsky, Haldon Hal Chase, Ken Kesey, Charles Bukowski – embora colocado à parte dos beats.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Texto elaborado para um trabalho de Sociologia (Ensino Médio CTI 2008)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-4723691228218741530?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/4723691228218741530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=4723691228218741530' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/4723691228218741530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/4723691228218741530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/04/gerao-beat.html' title='Geração Beat'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SAq4u1KsgKI/AAAAAAAAAD4/Ru5u-SzozR8/s72-c/Fugindo+dos+ideais+de+vida+do+sonho+americano,+os+beats+pregavam+um+estilo+de+vida+aventureiro,+e+realizaram+uma+s%C3%A9rie+de+viagens+dura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-8873688702690596355</id><published>2008-04-19T19:27:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T19:37:43.654-07:00</updated><title type='text'>Sol no salar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SAqsKVKsgJI/AAAAAAAAADw/HRoOoq3zV-4/s1600-h/800px-Watching_Sunset_Salar_de_Uyuni_Bolivia_Luca_Galuzzi_2006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SAqsKVKsgJI/AAAAAAAAADw/HRoOoq3zV-4/s320/800px-Watching_Sunset_Salar_de_Uyuni_Bolivia_Luca_Galuzzi_2006.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191150813978591378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Essa tarde eu andava tão cansada, irritada. As pessoas não atendiam as minhas expectativas e conclui que nem eu mesma era o que era e desejava o que desejava. Acendi um incenso e fiquei deitada, pensando em tudo e nada. Parei naquele instante de correr contra o tempo. Pela primeira vez na semana eu não pensei no maldito tempo. Não pensei na rua lá fora e no que eu tava perdendo. Não pensei que eu quase não tenho amigos e que não me interesso por quase ninguém. Mas eu pensei &lt;st1:personname productid="em pessoas. Pessoas" st="on"&gt;em pessoas. Pessoas&lt;/st1:personname&gt; que me interessam. Eu gosto da vida de algumas pessoas. E são vidas mesmo. Não são modelos de vida. Nem páginas na internet. As pessoas estão cada vez mais artificiais. Ou menos?! Não sei. Aparência sempre existiu. Eu não entendo o meu jeito de escrever, é cheio de pontos. Não sei por que essa mania de dividir tudo. No fim tudo é a mesma coisa e se mistura e não dá pra explicar nem separar. Inicio, meio, conclusão. Confusão também. Introdução, ápice e exaustão. Introdução não tem. Quero o ápice sempre. Busca? Talvez. Ou não precisar mais buscar. Quero um retiro. Fogo água e vento. O que o fogo esquenta a água esfria, o vento aumenta o fogo e refresca a água. O fogo queimando ou a água gelando? Ápice. Ápices, extremos. Estranho. Vou dar uma espairecida. Sozinha. Sem encontrar ninguém. Quero andar a noite pela cidade sozinha. Encontrar umas pessoas por aí. Mas antes vou ver o sol ir embora e me encontrar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-8873688702690596355?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/8873688702690596355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=8873688702690596355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8873688702690596355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8873688702690596355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/04/sol-no-salar.html' title='Sol no salar'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/SAqsKVKsgJI/AAAAAAAAADw/HRoOoq3zV-4/s72-c/800px-Watching_Sunset_Salar_de_Uyuni_Bolivia_Luca_Galuzzi_2006.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3476116521194451562</id><published>2008-02-14T21:18:00.001-08:00</published><updated>2008-02-14T21:24:03.891-08:00</updated><title type='text'>A família Brux-Mix</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R7UhQFjElDI/AAAAAAAAADg/blR55k9ev6s/s1600-h/logo-mix3-reduzido.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R7UhQFjElDI/AAAAAAAAADg/blR55k9ev6s/s320/logo-mix3-reduzido.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167072707728413746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 6pt -54pt 6pt 9pt; text-align: justify; line-height: 150%; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Sinopse&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 6pt -0.85pt 6pt 9pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A Família Brux-Mix vive dentro do arco-íris, &lt;/span&gt;&lt;st1:personname style="font-family: arial;" productid="em Zarabat￩ia. A Familia" st="on"&gt;em  Zarabatéia. A Familia&lt;/st1:PersonName&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; Brux-Mix é a familia do Zeca, um menino diferente dos outros de seu mundo. O Zeca nasceu careca, e na sua cabeça nunca cresceu um só fio de cabelo. Em Zarabatéia, diz a tradição, que a energia da magia dos bruxos está toda concentrada nos cabelos. Essa tradição é terrível para o Zeca. Imaginem como fica difícil, ser a “criança careca” de Zarabatéia. A Terra da Magia é um lugar antigo e de muitas tradições, ela fica bem escondida dentro das cores do arco-íris. Ali foram guardados os maiores segredos da magia. O menino Zeca faz parte de uma família muito tradicional e importante. A Familia Brux-Mix, possui até uma cadeira eterna no conselho da elite dos bruxos de Zarabatéia, e atualmente a vovó Morgana Brux-Mix é a presidente do Conselho. Nessa familia está sempre acontecendo algum escândalo. Há alguns anos atrás, antes do Zeca nascer, sua mãe deixava todos em pânico, ameaçando não se tornar uma bruxa e ir embora de Zarabatéia. Ela queria ser jornalista. Quando Zeca nasceu, ela continuou não querendo fazer magias, e por isso foi expulsa da terra da magia. Dizem que mamãe Margô Brux-Mix, foi ser repórter nos outros mundos da fantasia. O menino Zeca ficou com sua avó, e ninguém mais fala no assunto. O menino Zeca nasceu careca, num lugar onde todos sempre nasceram cabeludos. Ninguém em Zarabatéia, jamais havia visto uma criança bruxa nascer careca. Pelo contrário, a tradição diz que quanto maior é o cabelo do bebê, mais poderoso e sábio ele será quando crescer. Por isso, hoje em dia, todos pensam que o menino nunca vai conseguir fazer uma magia se quer. Mas na Festa do Grande Dia da Magia, chegou à hora de Zeca tomar uma grande decisão: ou enfrenta o desafio, faz magia e prova que as tradições estavam erradas sobre crianças bruxas e cabelos ou desiste de tudo e vai embora de Zarabatéia atrás de sua mãe Margô. Mas todos os zarabateianos estão a se perguntar: Será que um bruxinho careca conseguirá fazer magia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3476116521194451562?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3476116521194451562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3476116521194451562' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3476116521194451562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3476116521194451562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/02/famlia-brux-mix.html' title='A família Brux-Mix'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R7UhQFjElDI/AAAAAAAAADg/blR55k9ev6s/s72-c/logo-mix3-reduzido.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3819566664663627926</id><published>2008-01-29T20:36:00.000-08:00</published><updated>2008-01-29T20:53:54.718-08:00</updated><title type='text'>Bolha de sabão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R6ABYOPAv7I/AAAAAAAAADQ/YmGwV8Cg5aw/s1600-h/1694334.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R6ABYOPAv7I/AAAAAAAAADQ/YmGwV8Cg5aw/s320/1694334.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161126688616136626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nada concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bateu uma tristeza na madrugada. Saudade de amigos, nostalgia por tempos que passaram. Ainda ontem era tudo tão diferente, e nada mais volta a ser como antes. Ainda bem que o que é ruim também passa. Mas parece que nunca passa completamente. Parece que nunca nada se completa. Um vazio, algo estranho&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Uma bolha de sabão, tão vulnerável. De uma hora pra outra explode..&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Escutando: On The Way Home.. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3819566664663627926?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3819566664663627926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3819566664663627926' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3819566664663627926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3819566664663627926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/01/bolha-de-sabo.html' title='Bolha de sabão'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R6ABYOPAv7I/AAAAAAAAADQ/YmGwV8Cg5aw/s72-c/1694334.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-1618409913188098369</id><published>2008-01-20T11:28:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T12:05:45.281-08:00</updated><title type='text'>Endorfina e adrenalina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5OiDkxVIlI/AAAAAAAAAB8/Sup3gvqef0c/s1600-h/848347.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5OiDkxVIlI/AAAAAAAAAB8/Sup3gvqef0c/s320/848347.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157644180563239506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;“Então vai!” foram as ultimas palavras que ela escutou. Ela disse aquilo convicta, decidida. Era isto que queria para a sua vida, mas de qualquer maneira esperava certa resistência daquela que ali estava, com os cabelos desarrumados, os olhos afundados em uma massa enrugada e cansada. &lt;i style=""&gt;Eu te amo tá?! &lt;/i&gt;Estava cansada de exigências daqui e dali, ela só queria viver antes de se igualar a ‘mulher massinha’.&lt;br /&gt;Adrenalina e Endorfina. Pavor, medo, enfrentar os fantasmas durante a noite, ou quem sabe se esconder deles e aparecer apenas de manhã, sentir alívio e gozar da luz e do calor do sol. Sentir o sol aquecer aos poucos até atingir o ponto máximo, até queimar, pra ter uma lembrança do dia, quando a noite chegar novamente e trouxer o frio e os delírios. Delirar, conviver com os fantasmas. Acostumar-se com o medo e o frio. Sentir o coração bater pouco a pouco mais forte, disparar, e de súbito se sentir tão leve ao ponto de lembrar, mas incapaz de sentir como aquilo tinha acontecido, incapaz de sentir o coração, como se não fosse sentir isso nunca mais. Ela não queria muito, apenas isto. Sentir qualquer tipo de sensação. Queria sofrer. Se apaixonar e ir embora antes mesmo de falar, falar e ir antes de beijar, sentir o calor da boca e partir antes de sentir o corpo. Sentir o corpo e abandoná-lo na cama, sem dar tchau, sem ficar pra saber o que vai acontecer. Ficar amiga de uma senhora solitária fingindo ser inocente e puritana. Provocar um velho nojento que perdeu a esperança de sentir o apreço de uma mulher na vida.&lt;br /&gt;Queria fazer um strip em uma boate com aquelas perucas curtinhas e coloridas, provocar um homem até sentir sua auto-estima transbordar, e o deixar na vontade. Queria também conhecer novos pontos de vista, fazer laços afetivos por aí, pra sentir saudade pro resto da vida, aquela nostalgia onde sentimos falta de amar, não do amor, de adorar, não do adorado. Queria conhecer superficialmente as pessoas pra não se decepcionar. Queria conhecer profundamente as pessoas pra aprender.&lt;br /&gt;Tantos desejos guardados junto com aquelas poucas roupas amassadas dentro daquela mochilinha de tecido. Uma mochila abatida de tanto carregar livros de matemática, física, química. Acabou um período da sua vida e ela precisava decidir o curso que seguiria. Mas ela antes precisava de um tempo e um espaço só pra si. E foi buscar isso no mundo. &lt;i style=""&gt;Eu não consigo entender essa sensação estranha. Eu me sinto presa em mim mesma quando me encontro apenas em um lugar. Eu quero ganhar o mundo, e estar em mais de um lugar. Desafio os que querem me impedir, mas não estou desafiando a possibilidade, pois não penso no tempo, apenas quero estar em vários lugares pra me sentir livre. Quando me dizem que eu vou voltar “com o rabo entre as pernas” eu não considero uma ofensa, e espero que isso realmente aconteça, pois não quero viver no mundo, apenas quero me sentir livre pra ver como é. Quero errar e aprender comigo mesma e voltar pronta pra estar no meu lugar dizendo que eu já fui à busca da felicidade e descobri que ela está onde eu estou. Espero compreensão! Eu te amo tá?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-1618409913188098369?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/1618409913188098369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=1618409913188098369' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/1618409913188098369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/1618409913188098369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/01/endorfina-e-adrenalina.html' title='Endorfina e adrenalina'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5OiDkxVIlI/AAAAAAAAAB8/Sup3gvqef0c/s72-c/848347.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-526914445954800621</id><published>2008-01-18T20:14:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T11:38:40.339-08:00</updated><title type='text'>Um dia comum e o peso dos dias que passaram</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5OjLUxVImI/AAAAAAAAACE/ZTUBSRkwGuw/s1600-h/arvore%2520verde.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5OjLUxVImI/AAAAAAAAACE/ZTUBSRkwGuw/s320/arvore%2520verde.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157645413218853474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Eu ando na rua sozinha, sento em um banco qualquer e fico ali sem fazer nada, uma inércia, uma força me puxa, e eu não posso fazer nada. Só ficar ali e olhar pra todo mundo. Imagino personagens, faço cara disso e daquilo pra cada pessoa que passa. Mas a maioria parece que nem me olha realmente. As pessoas andam ocupadas demais pra me olhar, quem dirá pra fazer o que eu faço - imaginar a vida de cada um. Alguns conhecidos têm me dito que eu tenho cara de braba e eu cheguei à conclusão que tenho me esquecido nos últimos anos de sorrir por fora. Quando eu vejo uma criança, uma velhinha ou um animal, eu sorrio. Mas porque não sorrio mais pros adultos? Eu me sinto tão dividida. As pessoas me dão nojo e ao mesmo tempo eu as admiro. Eu tenho preconceitos e sei que tudo tem um porquê. Uma parte de mim julga as atitudes levianas como se tudo se tratasse de acordar com vontades, mas outra parte sabe que tudo que acontece hoje tem um inicio no passado, e as morais são pessoais e influenciadas pelo que cada um acha certo. Quão errada é uma criança que rouba pra comer, quando tantos roubam em proporções enormes pra satisfazer as suas ‘necessidades’ .. Mas sem esse falso drama, mesmo que não seja pra comer, todo mundo quer ter suas futilidades, e quem escolhe fazer o que está ‘errado’, será que teve outra opção? Uma parte “criada em apartamento” de mim diz: “estuda, trabalha, te esforça”. Mas que autoridade sobre esse pensamento eu tenho? A mesma que eu tenho sobre a idéia de precisar estudar, precisar ser boa em tudo que eu faço; precisar de dinheiro pra fazer tudo que eu quero. Sim, nenhuma autoridade, elas são inertes &lt;st1:personname productid="em mim. Parece" st="on"&gt;em mim. Parece&lt;/st1:personname&gt; que eu nasci com elas. Às vezes queria criar um ser humano isolado de tudo e todos, pra aprender com ele o que realmente vale a pena na vida..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Acabei de escrever um texto, ou quase, e nem sei qual foi o assunto. Posso até ler e não concordar com alguma coisa, mas pela espontaneidade não vou ler!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Tenho me sentido tão diferente, solitária e mais auto-suficiente. Tenho andado mais feliz. Organizada e como em todas as férias cheia de vontades. Vontade de mudar, de começar, de recomeçar. Vontades que vem e vão, e acabo perdendo tantas oportunidades. Queria alguém como eu pra não ter mais a desculpa de me sentir sozinha. “Eu queria tanto encontrar um pessoa como eu a quem eu possa confessar alguma coisa sobre mim.” (Pato Fu) Mas, ah.. eu encomendei um (a) irmãozinho.. ;P&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ah, primeiro post de 2008. Que seja um ótimo ano, clichê, mas.. que dessa vez seja mesmo! ;)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-526914445954800621?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/526914445954800621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=526914445954800621' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/526914445954800621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/526914445954800621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2008/01/um-dia-comum.html' title='Um dia comum e o peso dos dias que passaram'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5OjLUxVImI/AAAAAAAAACE/ZTUBSRkwGuw/s72-c/arvore%2520verde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-9206433677655353098</id><published>2007-11-27T20:55:00.000-08:00</published><updated>2008-01-20T12:11:38.729-08:00</updated><title type='text'>Amor Meu por Ian Lehmann</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5Oq4UxVInI/AAAAAAAAACM/oviDdLc9ugI/s1600-h/futuro,+inseguro,+incerto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5Oq4UxVInI/AAAAAAAAACM/oviDdLc9ugI/s320/futuro,+inseguro,+incerto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157653882894361202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Amor Meu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor meu, imenso e extremo&lt;br /&gt;Indefinido, complexo e indefinível&lt;br /&gt;Amor, que é grande e é pequeno&lt;br /&gt;E é intenso, denso e intangível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adjetivado, trêmulo, sorridente&lt;br /&gt;Temerário e muitas vezes impreciso&lt;br /&gt;Inconstante, mas sempre presente&lt;br /&gt;Tanto na lágrima quanto no riso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor, conciso, aberto e vago:&lt;br /&gt;Da fúria violenta de um afago&lt;br /&gt;À benevolência de um amor maldito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misterioso, mergulhado na clareza&lt;br /&gt;Confiante, a viver de incerteza&lt;br /&gt;Amor meu, sempre teu e sempre infinito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ian Lehmann - setembro/2007)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-9206433677655353098?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/9206433677655353098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=9206433677655353098' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/9206433677655353098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/9206433677655353098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/11/amor-meu-por-ian-lehmann.html' title='Amor Meu por Ian Lehmann'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5Oq4UxVInI/AAAAAAAAACM/oviDdLc9ugI/s72-c/futuro,+inseguro,+incerto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3208264587294651398</id><published>2007-11-19T19:02:00.000-08:00</published><updated>2008-01-18T22:56:48.597-08:00</updated><title type='text'>Maria Antonieta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5Ge2ExVIkI/AAAAAAAAABw/8fhcxFxGj8I/s1600-h/200240355-001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5Ge2ExVIkI/AAAAAAAAABw/8fhcxFxGj8I/s320/200240355-001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157077700146700866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentada em meio aquela agitação ela parecia tão sozinha e desprotegida e ao mesmo tempo tão auto-suficiente. Ninguém poderia descrever se ela acreditava realmente que se bastava ou se ela apenas queria que acreditassem nesta blasfêmia. Mas ele era afoito, não se deu nem ao trabalho de lhe observar de longe, quis logo sentir-lhe de perto. Se imaginasse quanto tempo iria ter de observá-la a distancia aquela noite ele teria aproveitado a oportunidade de vê-la. Alguém lhe dirigiu a palavra, ela virou-se como fazia a todo o momento, como se quem lhe chamasse fosse alguém tão importante que ela fazia-lhe insignificante com uma máscara neutra que não modificava por nada. O que se passava em sua cabeça não se sabe, talvez ela ainda sorrisse por dentro, mas a seu rosto não deixava transparecer nenhum vestígio de expressão a não ser a que imaginassem. Os olhos pintados de preto e puxados. Seu cabelo era curto e lhe dava um ar de independência, porém o vento que lhe esvoaçava mostrava o quão influenciável ele poderia ser, e como se adaptava àquela menina. Ela estava fumando e este não parecia ser seu único vício, parecia viciada em não ter vícios. Mas sabe-se lá, ela podia estar se enganando, mas que diferença fez depois de atravessar a rua? Pra ele fez muita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enquanto caminhava até o banco ele imaginava mil coisas ao mesmo tempo. E no pódio de todo emaranhado de idéias confusas ele tentava organizar o que diria, afinal, esta era a principal ação. Mas no intervalo desses pensamentos ele tentava adivinhar o seu nome. Sua postura, sua boca e seu cabelo lembravam um nome forte: Valentine, Clementine, Maria Antonieta. Já seus ombros pequenos, o brilho dos seus olhos que pareciam sempre mais lubrificados que os outros e olhavam fixos pra lugar nenhum lembravam o nome de uma menininha esperando o pai ir lhe contar uma história: Sofia, Alice..&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas o que a princípio mais lhe chamou a atenção foi o jeito como apertava os olhos ao levar o cigarro à boca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No meio de todos estes pensamentos seus olhos a despiam. Ele não simpatizava com o cigarro, mas por algum motivo, quando a imaginava sentada nua o cigarro estava lá, hora em sua mão, hora em sua boca. Depois se lembrou que sua roupa não sumiria e então ela despiu-se, com um olhar provocante e o corpo tímido. Por menos que a tenha observado ele a compreendeu mais do que todos. Seus olhos tentavam provar que ela podia, mas o corpo ainda não acreditava, ele se perguntava ainda se devia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao chegar ao banco, sem entender como a tinha perdido de vista, extremamente frustrado e tomado por uma sensação confusa, tanto quanto a anterior, porém com mais fúria, ele guardou tudo isto e resolveu aceitar, com a esperança de que um dia a veria de novo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quem sabe em uma boate qualquer. Esta noite quem a teve foi um outro homem nada compreensível e muito agressivo, mas como toda garota nos seus 20 anos bem treinada, ela arrancou todo seu dinheiro. E a única expressão que se prestou a fazer foi quando sussurrou “Idiota!” e depois bateu a porta do quarto. Este também nunca voltou a encontrá-la. Era assim que ela gostava das coisas, sem um final.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por todo lugar que passava, deixava laços eternos. Afinal, o eterno tem um fim que ainda não pode ser encontrado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este era seu principal vício.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3208264587294651398?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3208264587294651398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3208264587294651398' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3208264587294651398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3208264587294651398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/11/maria-antonieta.html' title='Maria Antonieta'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/R5Ge2ExVIkI/AAAAAAAAABw/8fhcxFxGj8I/s72-c/200240355-001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-3353148687035597234</id><published>2007-10-23T16:47:00.000-07:00</published><updated>2008-01-18T23:05:41.654-08:00</updated><title type='text'>Uma carta que poderia dizer algo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Perdida em diversos assuntos, não imagino nem por onde começar o que tenho a te dizer. Porém experimento um novo modo de escrever. O rumo da vida é guiado por escolhas que fazemos mesmo que inconscientemente. Costumo me cobrar escolhas o tempo todo. Segundo Shakespeare um dia aprendemos que mesmo que não nos envolvamos em uma briga devemos estar de um lado. Mas será mesmo, meu amor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cobro-me dia e noite um lado para estar, uma escolha para fazer. E o pior de tudo, cobro isto de ti também. Um beijo esperado que não me destes torna-se uma escolha. Uma palavra esperada que não falastes, torna-se uma escolha. Escolhas, escolhas, escolhas! Agora, deves estar escolhendo se vale à pena ler o que tenho a te falar. Mas garanto, é importante, é vital para mim, embora escreva sem um motivo pré estabelecido. Sim, pois não tomei uma decisão e escrevi uma introdução dando entrada para o desenvolvimento que leva a conclusão final. Eu nem sequer sei se terei uma conclusão. O que me assusta é que embora eu tenha fugido do costume de escolher, de decidir, eu escolhi que não escolherei. Assusta-me, pois tento fugir das regras, e as crio novamente, assim, igualando-me aos que jamais pensaram sobre o porquê de estar vivo. Estar vivo, sim, estamos vivos? O que esperamos para viver meu amor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando crianças, projetamos nas brincadeiras o que gostaríamos de fazer, mas não podíamos. Por exemplo, quando brincávamos que estávamos dirigindo um carro. Portanto, embora de formas diferentes, uma criança também busca o que não possui. A diferença está na projeção que uma criança dá a sua brincadeira e um adulto as suas vontades. Isto me lembra uma musica!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-style: italic; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder. Deixo assim ficar subentendido, como uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor obrigação de acontecer. &lt;b style=""&gt;Eu acho tão bonito isso, será abstrato baby?! A beleza mesmo tão fugaz&lt;/b&gt;. É uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer. Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então. A alegria que me dá..” (Lulu Santos)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desculpe-me, mas como citei, sequer concluirei o que tenho a lhe escrever. Sente-se as sensações, não se costuma entendê-las, e não sinto necessidade de escrevê-las. Não mais. Obrigada por pensar e pensar em mim, mesmo que não penses que pensas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;PS: aproveitei-me de um texto já pronto para fazer-te pensar na beleza. Talvez venha a concluir um dia que me encontro sem imaginação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;PS: espero que gostes da foto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um beijo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 351pt; font-family: arial;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;STA.L.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-3353148687035597234?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/3353148687035597234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=3353148687035597234' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3353148687035597234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/3353148687035597234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/10/uma-carta-que-poderia-dizer-algo.html' title='Uma carta que poderia dizer algo'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-8584757213264485893</id><published>2007-10-09T21:27:00.000-07:00</published><updated>2007-10-09T21:51:21.628-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RwxaF5Ah5pI/AAAAAAAAABI/D6OXLKZ5vdc/s1600-h/NA37FO01.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RwxaF5Ah5pI/AAAAAAAAABI/D6OXLKZ5vdc/s200/NA37FO01.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119565933662299794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sempre achei interessante quando as crianças choram desesperadamente e acabam pegando no sono. Quando acordam, já estão rindo de novo. É assim que elas lidam com a dor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em vários aspectos eu não gostaria de crescer, as crianças são tão mais puras, não são capazes de discursar consolos por horas, mas são capazes de dar um beijo e um abraço inocente e sincero, parece que desejando que toda aquela dor passe pra ela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu me lembro quando sentia alguma dor e dormia sobre a minha mãe “pra passar a dor”. Mesmo sem saber os meus deveres, quando eu via a minha mãe doente, eu rezava e pedia pra ela não sentir mais nada. Era uma vontade verdadeira, não uma obrigação como tudo parece ter se tornado na minha vida. Quem sabe se ninguém tivesse me estipulado meus direitos e deveres eu os tivesse distribuído bem melhor e hoje pudesse ser melhor com as pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os adultos são viciados &lt;st1:personname productid="em drama. E" st="on"&gt;em drama. E&lt;/st1:PersonName&gt; os adolescentes então..&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hoje assisti um filme sobre adolescentes que conviviam com problemas familiares, mortes geralmente. O que mais escutamos as pessoas dizerem é “cansei”. Cada um sabe da sua dor. Cada um enxerga o que lhe é permitido ver. Comigo é assim, contigo deve ser também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt; font-family: arial; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Engraçado, eu nem dormi, e a minha cabeça está ficando bem mais leve. Ainda sinto aquela dor. Uma dor de decepção. É difícil aceitar que nem todas as pessoas estão dispostas a dividir algo com alguém, e nem todas estão dispostas a nos fazer feliz. Algumas estão dispostas a, pelo contrário, nos fazer infeliz. Faz parte. É o drama do ser humano. A convivência ás vezes é gratificante. Ás vezes, nos faz desejar nunca ter conhecido alguém..&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-8584757213264485893?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/8584757213264485893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=8584757213264485893' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8584757213264485893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/8584757213264485893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/10/sempre-achei-interessante-quando-as.html' title=''/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RwxaF5Ah5pI/AAAAAAAAABI/D6OXLKZ5vdc/s72-c/NA37FO01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-2241766006265227854</id><published>2007-10-06T14:47:00.000-07:00</published><updated>2008-01-18T23:09:10.592-08:00</updated><title type='text'>Perspectiva utópica - passado e futuro.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RwgUYZAh5nI/AAAAAAAAAA4/LhCZfYPH04o/s1600-h/Imagem146.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RwgUYZAh5nI/AAAAAAAAAA4/LhCZfYPH04o/s320/Imagem146.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118363385769092722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Embora digamos diariamente que gostaríamos de mudar muitas coisas no mundo e idealizarmos cenas utópicas não as concretizamos nem nos mínimos detalhes em nossa vida. Não dirijo minha conclusão de modo crítico, pois talvez seja algo óbvio, caso realizássemos nossas idéias utópicas, elas perderiam sua característica principal: serem irrealizáveis. E digo isso baseada em experiência própria. Sempre amei teatro, cinema e afins, não apenas devido à apresentação final do projeto, que geralmente é esteticamente bonita, mas pela estética e conteúdo da montagem de um espetáculo. Ensaios, bebidas, confissões, paixões, brigas, conciliações, reconciliações. Porém, nunca percebi que tudo isso também era uma idealização esteticamente perfeita ao meu ponto de vista. Pondo tudo em prática encaramos os desafios, e brigas nem tão bonitas assim. Problemas que não são nada estéticos e soluções menos ainda. A parte do meu cérebro que eu poderia chamar de “a parte sonhadora das minhas idéias” ainda ocupa bastante o meu tempo, mas existe uma parte realista em mim que tenta avisar que não adianta planos de viagens físicas para alcançar um estado psicológico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Vivemos procurando um sentido pra vida, algo bastante complexo. Mas também procuramos a felicidade, algo que nós complicamos. Lemos nas crônicas no jornal, vemos as pessoas enchendo a boca e falando que a felicidade não é uma meta, porém, mesmo capaz de concordar, sou incapaz de colocar &lt;st1:personname productid="em prática. Minha" st="on"&gt;em prática.  Minha&lt;/st1:personname&gt; perspectiva do passado e do futuro são muito diferenciadas da do presente. “Só me interessa o que não é meu. Lei do homem” (Oswald de Andrade).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: arial;font-size:100%;" &gt;“Deitada na minha cama, escutando os gemidos do meu choro sem dor. O ruído de inspirar aquele ar quente que me é familiar - pois parece estar circulando naquele pequeno espaço entre mim e as cobertas há horas - lembram-me de quantas horas eu podia permanecer refugiada neste mesmo lugar antes. Em fim posso descansar minhas pálpebras cansadas da claridade. Agora um medo sobe a minha espinha e me remete a uma relação com o passado. Uma intensa relação com as cenas da minha juventude. É incrível, eu posso me assistir deitada a grama conversando assuntos interessantes com pessoas jovens e bonitas, pareço mais bonita do que eu pensava na época. ‘Queres cara?’ ‘Quero meu’ ‘Olha que estético isso cara’. Onde andariam esses rapazes e moças bonitas que vejo? Eles não são o estilo da época, eles me transportam à uma época que eu não vivi. Porque isso acontece? Não consigo entender mais nada. Estou cansada. Meus olhos doem implorando uma luz. Eu os abro e ainda não a encontro. Onde eu estou? Que lugar quente é  esse? Ele parecia tão aconchegante há uns segundos atrás. Na posso mais encontrar o que eu havia encontrado. Meu rosto está úmido. Preciso de ajuda. Porque ninguém aparece? Onde estão aquelas pessoas que estavam aqui comigo? Não consigo concretiza-las, mas não era um surto, tenho certeza. Eu as vi, as toquei. Preciso de ar, está ficando insuportável aqui e não posso enxergar uma luz. Eu sei que essa luz existe, e que quando eu a encontrar irei achar impossível não tê-la visto, mas parece que o ar aqui vai acabar antes da luz me encontrar. Eu queria tanto isso antes e agora sinto-me arrastada por um turbilhão de motivos para não permanecer mais aqui. Há quantas horas estou aqui? Por favor, desligue a luz! Mas deixe o reflexo da lua entrar pela janela, meu corpo refletirá uma luz dourada esteticamente  perfeita!”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-2241766006265227854?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/2241766006265227854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=2241766006265227854' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/2241766006265227854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/2241766006265227854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/10/perspectiva-utopica-passado-e-futuro.html' title='Perspectiva utópica - passado e futuro.'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RwgUYZAh5nI/AAAAAAAAAA4/LhCZfYPH04o/s72-c/Imagem146.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-768073018403531008</id><published>2007-10-01T09:45:00.000-07:00</published><updated>2007-10-01T10:31:36.611-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Confesso que meu dia não começou de um jeito muito animador, mas como dizem, há males que vem pra bem. Com certeza o meu dia ainda não esta animador, mas em compensação existe uma vantagem nisso, a falta de vontade de falar com as pessoas me permite observar mais e conseqüentemente pensar mais também. Primeiramente gostaria que quem lesse isso imaginasse a sensação boa que é estar triste e ficar feliz por ler uma poesia e discutir ela com um amigo especial. Deveria agradecer a esse amigo por existir ;)&lt;br /&gt;Esperando mais de 15 minutos pela minha carona, depois de não assistir nenhuma aula eu me senti um pouco culpada por reclamar do horário. Já que é errado fazer o que temos vontade ou ter perspectivas diferentes de vida.. Que seja, é errado, então eu engoli a raiva de ter sido deixada pra depois mais uma vez, e também reconheci meu egoísmo, afinal, as pessoas tem mais o que fazer.&lt;br /&gt;Ate que foram bons 15 minutos, o vento gelado fazia meu cabelo voar e a musica que eu escuto há mais de um dia - sim, eu sei que eu vou enjoar dela uma hora, mas eu prefiro assim, gosto das coisas de uma vez só, sem guardar nada pra depois! E me irrito quando eu não posso tê-las.. Coisas que se aprende a relevar com o tempo talvez.&lt;br /&gt;Enfim meu pai chegou. Minha mãe coitada falou comigo, mas eu não escutei, apenas a dei um beijo. No final do almoço eu pude concluir o porque da minha felicidade de escutar a musica e ler a poesia. A minha mãe adorou a sobremesa que ela comeu, insistiu para que comêssemos, então, meu pai comeu e achou horrível. Uma coisa normal, mas achei interessante.. Como pode algo ser tão bom pra ela e tão ruim pra ele?&lt;br /&gt;Isso é o que a musica fez comigo: independente do que estivesse a minha volta eu criei o meu cenário com o ritmo da musica..&lt;br /&gt; Com a poesia também acontece isso, provavelmente o que eu entendo, não foi o que o autor quis dizer.. Eu entendi pra mim, e não pra ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sinceramente não gostei do texto.. se eu tivesse escrito antes, talvez conseguisse passar meu pensamento de um jeito mais interessante, mas.. Educação Física me espera!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao som de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Sweet Nuthin' - Velvet Underground ;)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-768073018403531008?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/768073018403531008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=768073018403531008' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/768073018403531008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/768073018403531008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/10/confesso-que-meu-dia-no-comeou-de-um.html' title=''/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-1471308054516742099</id><published>2007-09-27T12:55:00.000-07:00</published><updated>2007-09-27T15:02:06.678-07:00</updated><title type='text'>Pensamentos industrializados</title><content type='html'>&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fomos fabricados com a idéia de que precisamos de algo mais do que o que realmente queremos. Então, nos implantam idéias culturais e nos dizem que temos livre arbítrio, assim, nos deixam incumbidos de responder a nós mesmos as perguntas que a grande maioria apenas reconhece a existência e descarta a necessidade de resposta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quem se pergunta, enfrenta a dura realidade de sentir-se sozinho em um contexto onde todos acreditam que viver responde as perguntas. Será mesmo? &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Seriamos fabricados com nossas idéias? Como um ‘made in Brazil’. Mas e o ‘made’ do Brasil?&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O que seriamos caso não fossemos o que somos? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os que se dedicam a entender as questões histórico-humanas conseguem responder ao verbo no presente, mas e quanto ao futuro do pretérito? Digo: o que seria do futuro, caso não tivesse havido uma intervenção no passado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Imagino uma linha histórica onde o pretérito tem um futuro próprio e diferente do real. Quem nunca se viu pensando o que seria de si caso o próprio pai fosse outro homem, ou a mãe outra mulher. Pois é, hoje me peguei pensando o que seria do Brasil, caso Cabral não tivesse chegado aqui. Conclui que com a curiosidade – que desde os tempos primitivos, possibilita tantos progressos- o homem inevitavelmente encontraria novas terras, mas ainda me dediquei a pensar como seria caso o homem não tivesse essa eterna necessidade de tomar para si a responsabilidade de “salvar” as culturas nativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A capacidade humana de criação é absurda, mas a de destruição não deixa a desejar. Talvez o egocentrismo do homem tenha nos prejudicado. A idéia de que estamos no topo de um processo de evolução, onde o humano é racional e segue princípios, tornam vergonhosas as destruições que o homem foi capaz de causar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Destruições estas que mudaram o rumo da história brasileira, onde os princípios morais foram induzidos pelo catecismo e os selvagens índios foram “civilizados” pelos portugueses de forma nada pacífica, originando assim uma cultura que começou com uma ironia.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-1471308054516742099?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/1471308054516742099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=1471308054516742099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/1471308054516742099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/1471308054516742099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/09/pensamentos-industrializados.html' title='Pensamentos industrializados'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6532483183461065502.post-7311459553001939020</id><published>2007-08-19T10:53:00.000-07:00</published><updated>2008-01-18T23:15:34.313-08:00</updated><title type='text'>Naturalismo do preto ao branco - CINZA.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RsiFZbgwIOI/AAAAAAAAAAM/MyGi3Z9J11c/s1600-h/Blog1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RsiFZbgwIOI/AAAAAAAAAAM/MyGi3Z9J11c/s320/Blog1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100473249925439714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: arial;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A chuva hoje parece trazer um cinza conformista tão contrário à tempestade preta de ontem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: arial;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Logo eu - acostumada com os extremos do preto ao branco - consigo estar no estado cinza, onde eu posso aceitar com facilidade que não estou meia cheia, nem meia vazia, eu simplesmente me completo alternando o vazio e o cheio, o preto e o branco, e hoje posso ser ambos ao mesmo tempo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: arial;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E tudo que eu desejo consegue atender as minhas expectativas.. MINHA PAREDE LARANJA - que costuma misturar sua cor aos primeiros raios que o sol nos deixa ver me dando a sensação de prazer por poder sentir essa e qualquer sensação que o dia, e eu mesma irei me proporcionar - HOJE TRÁS UMA COR CINZA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: arial;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu não sinto necessidade de arrumar a cama, as cobertas enroladas e o travesseiro amassado podem permanecer ali até quando durar a chuva, o violão ainda não tocado pode continuar deitado no sofá com roupas e almofadas em cima, cada objeto deslocado do lugar ‘apropriado’ pode permanecer onde está, simplesmente porque não preciso de organização para fazer algo, estou bem no estado de não fazer nada. Posso enxergar minha vida de cima, como se estivesse sobrevoando a minha cidade, e pudesse ver lugares lindos sem precisar descer para tocar, apenas contemplá-los e saber que estão ali me trás um prazer que não se torna nostalgia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 27pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: arial;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estou em minha plena lucidez, sei que tenho vários problemas, mas me sinto uma parte que os forma que não está dentro deles, que vê as duas estradas e não se sente pressionada a seguir nenhuma delas, apenas está feliz por poder estar naquele espaço, aquele pequeno espaço, antes da bifurcação, sem precisar olhar no relógio quanto tempo ainda falta para ter que levantar, pôr a mochila nas costas, carregada de sonhos e perspectivas e seguir o caminho imposto por algo que geralmente tem de ser seguido.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6532483183461065502-7311459553001939020?l=ideiaprivada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/feeds/7311459553001939020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6532483183461065502&amp;postID=7311459553001939020' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/7311459553001939020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6532483183461065502/posts/default/7311459553001939020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ideiaprivada.blogspot.com/2007/08/naturalismo-do-preto-ao-branco-cinza.html' title='Naturalismo do preto ao branco - CINZA.'/><author><name>Lilyan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00558890410591020770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dURg78_Xrcg/RsiFZbgwIOI/AAAAAAAAAAM/MyGi3Z9J11c/s72-c/Blog1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
